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Saúde

UPA está em superlotação com 52 pessoa à espera de internação, informa Prefeitura

UPA está em superlotação com 52 pessoa à espera de internação, informa Prefeitura

A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em Divinópolis convive, mais uma vez, com a superlotação. A informação foi divulgada pela Prefeitura na manhã deste sábado, 15. Segundo o Executivo, 52 pessoas aguardam por uma vaga hospitalar enquanto 9 estão sob observação em unidades de decisão clínica para determinar a possível necessidade de internação. Outros 25 pacientes aguardam por um procedimento ortopédico em suas residências.

A alta demanda, informa a Prefeitura, é fruto da baixa oferta de leitos na região, processo regulado pelo governo estadual.

— Esta condição resulta do número reduzido de transferências hospitalares autorizadas e reguladas pela Central Estadual de Regulação (SUS Fácil) na nesta semana. O cenário crítico enfrentado na UPA já foi devidamente reportado à Central de Regulação do Estado de Minas Gerais e notificado ao Ministério Público — ressaltou.

Em nota, o Executivo também destacou os esforços para minimizar a situação.

— A Prefeitura ressalta que tem investido continuamente em melhorias na assistência prestada pela UPA, incluindo a introdução de procedimentos não cobertos pelas portarias regulamentadoras das unidades de pronto atendimento, visando oferecer uma assistência mais efetiva à população de Divinópolis. Em parceria com o CIS-URG, consórcio gestor da unidade, temos ampliado o acesso aos leitos, principalmente para casos ortopédicos, mesmo que isso ultrapasse o papel tradicional da UPA — destaca.

Por fim, cita a busca por alternativas.

— Apesar desses esforços, a limitada disponibilidade de vagas na última semana tem contribuído para a superlotação da unidade. A Prefeitura de Divinópolis está se mobilizando para encontrar alternativas de assistência dentro de suas capacidades e recursos financeiros disponíveis. Reforçamos, entretanto, a urgente necessidade de que o Estado de Minas Gerais acelere o processo de ampliação da rede hospitalar na macrorregião de Saúde Oeste, para que possamos garantir um atendimento mais eficaz e digno à nossa população — conclui.

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