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Adriana Ferreira

Coluna Adriana Ferreira - 27/12/2024

Por Bruno
Coluna Adriana Ferreira - 27/12/2024

Vitor Costa

Semana passada esta colunista transmitiu sobre o jovem vereador, eleito para a próxima legislatura. O edil agradeceu pela menção, e fez algumas correções: o nome constou Vitor Alves e é Vitor Costa. A mineira Macaé Evaristo (PT) é ministra dos Direitos Humanos e Cidadania. A ministra da Igualdade Racial é Anielle Franco (PT).  Sobre o hiato do PT, é de 12 anos e não 20 conforme citado. O último vereador eleito pelo PT foi o eletricista industrial, ator de teatro e incentivador das artes, Edmilson Andrade, pai da empresária, coreógrafa, diretora e bailarina Vanessa Andrade, também mencionada na coluna.

Assessores

Os vereadores tomarão posse e há cidadãos com dúvidas não somente sobre o seu real trabalho, mas também dos assessores. Para começar, não existe um número definido, varia de cidade para cidade. A estrutura da Câmara Municipal é definida pela Lei Orgânica do Município de cada cidade, incluindo a criação de cargos e a quantidade de assessores, conforme o artigo 29 da Constituição Federal. Em Divinópolis cada vereador tem direito a quatro, a saber: coordenação política,  articulação política, relações comunitárias e relações parlamentares. Em alguns casos, e isso em qualquer cidade, muitos não são escolhidos pela capacidade técnica, o que pode comprometer o desempenho do gabinete.  Aliás, não são poucos os vereadores que não têm autonomia para formar sua equipe.

Assédio moral

Servidoras da educação têm procurado esta colunista para mais denúncias  contra a  gerente da Gerência de Planejamento e Recursos Humanos da Secretaria Municipal de Educação (Semed) de Divinópolis, Iracema Silva Sousa. Nem mesmo quem está afastado para tratamento de saúde  é poupado. Ligações fora do horário de expediente e convocação para comparecimento à  secretaria mesmo estando de licença médica. Quando será que enfrentará uma sindicância ou processo administrativo? Muitos questionam.  Para a secretária municipal de educação, Andréa Dimas, fica o ditado “Quem poupa o lobo, sacrifica as ovelhas.”

Aliás

O número de servidores públicos afastados por adoecimento mental é assustador.  Isso em qualquer esfera. A maioria é em razão do assédio moral e condições laborais insalubres.

Patrão e empregado

A notícia de que um empregado ter esfaqueado o patrão na vizinha Cláudio estarreceu o país e dividiu opiniões. De um lado, entendem que o empregado errou e que o patrão tinha o direito de demitir quando bem quisesse. Bom, ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer a não ser em virtude de lei, isso é constitucional, ou seja, o patrão não precisa de motivo para demitir e nem o empregado precisa pedir demissão. Mas tudo tem hora! Se havia intenção de demitir, por que não o fez um dia antes da festa ou no dia seguinte? E mais, após a demissão, o empregado, já nervoso pelas condições em que se encontrava, quebrou o presente recebido (uma garrafa de vinho) e tentou ir embora, porém foi mantido em cárcere privado e humilhado mais uma vez.  A tragédia estava anunciada. Salvo melhor juízo, agiu por violenta emoção.  

Adoção

Nos EUA, uma dupla foi condenada a 100 anos de prisão por abusos sexuais praticados contra os filhos adotivos. O Conselho Tutelar, Ministério Público da Infância e Juventude e Poder Judiciário deveriam de vez em quando ouvir as crianças para saberem como elas se encontram. Filhos adotivos  que se tornam bonecos vivos, serviçais, brinquedos sexuais é uma realidade. Se pais biológicos abusam dos filhos, o que leva o Poder Público a achar que adotivos não fazem igual ou pior?

Pode isso, Arnaldo?

Segundo um oficial de justiça, após intimar um indivíduo sobre a concessão de medidas protetivas à sua companheira, recebeu desta um telefonema perguntando como fazer para suspender a medida porque iria viajar com o dito cujo. O  oficial respondeu que estavam em recesso. E a mulher respondeu o seguinte: “Desse jeito, a Justiça nunca atende quando a gente precisa!”

Violência doméstica

Por falar nisso, a vítima nunca deve se culpar pelo que ocorre com o agressor, como ocorre com muitas.  Só deve querer a pessoa bem, mas bem longe de si e seguir com sua vida. O juiz Mauro Riuji, que esteve à frente da 2ª Vara Criminal da Comarca sempre começava a audiência de violência doméstica confortando as vítimas, dizendo: “Não é sua culpa.”

Nota 1000

Esta  colunista teve a honra de participar de uma audiência sobre o assunto acima com a promotora Graziela Gonçalves Rodrigues. Sua atuação merece aplausos, de pé!

Retrospectiva?

Não está valendo a pena olhar para trás. “O que passou, passou, não importa. Ficou do outro lado da porta.”

A coluna deseja a todos os leitores um feliz e próspero 2025.

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