Fabiano Tolentino é um dos mais econômicos da ALMG

Em meio a tantas denúncias e notícias ruins, referentes ao dinheiro público, o deputado estadual Fabiano Tolentino (PPS) tem se destacado positivamente na Assembleia Legislativa de Minas (ALMG). Dos 77 deputados, ele está entre os que têm se preocupado com corte de despesas. As informações são da Assessoria de Comunicação do parlamentar.
Segundo uma matéria publicada em 2016 pelo jornal O Tempo, os gastos com gabinetes na ALMG cresceram R$ 2,4 milhões. Em tempos de crise, a Mesa Diretora da Assembleia decidiu no último ano elevar de R$ 20 mil para R$ 27 mil o limite mensal dos gastos. Fabiano Tolentino foi contra o aumento da verba indenizatória, e optou por não usar este valor adicional.
— Nosso estado está passando por dificuldades, temos outras prioridades que precisam da atenção do governo. Entendo que esse aumento de 35% da verba indenizatória foi desnecessário — comenta.
Sempre contrário a esse tipo de aumento de gastos, o deputado diz que não mede esforços para reduzir cada vez mais as despesas de seu gabinete, e considera que se todos usassem a consciência ao gastar o dinheiro do povo, o estado não estaria nesta situação.
— Fiz questão de colocar todos os meus gastos e economias no papel, e posso afirmar que devolvi aos cofres públicos, em 2016, o valor de R$ 115.672,00. Então, se cada um dos 77 deputados fizesse o mesmo, teríamos ao final do mandato, uma economia aproximada de R$ 35,5 milhões, valor que voltaria em benefícios para o povo — argumenta.
Salários extras
Seguindo essa linha de pensamento, Fabiano foi o primeiro deputado a abrir mão do 14º e 15º salários, benefício que foi extinto para todos os deputados após este ato. Tolentino também abriu mão de receber o auxílio moradia no valor de R$ 4.377,73, mesmo residindo em Divinópolis.
— Continuarei mantendo em todos os meus mandatos, a política de contenção de gastos. Não apenas por entender que é uma obrigação de qualquer deputado, mas também porque esse dinheiro é do povo e deve ser empregado para melhorias no Estado, atendendo às necessidades da população e não em regalias pessoais ou em gastos exagerados dos gabinetes — resume Tolentino.
Comentários
Participe da conversa — todos os comentários passam por moderação.
Carregando comentários…
