Preto no Branco

Se a moda pega
Planeja morte daqui, dali. É o que se lê a cada novo dia da semana passada para cá, no Brasil. Depois do escândalo revelado pela Polícia Federal em que se planejava as mortes o presidente Lula (PT), do vice Geraldo Alckmin (PSB) e do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), eis que aparece outra. A Rota, grupo de elite da Polícia Militar de São Paulo, prendeu um integrante de uma facção criminosa suspeito de envolvimento no plano para sequestrar e matar o senador Sérgio Moro (União Brasil), descoberto em março do ano passado. A prisão do possível criminoso, de 42 anos, integrante da célula “restrita”, uma das mais violentas da facção, aconteceu na noite desta terça-feira, 26, em Itanhaém, no litoral sul de São Paulo. Os policiais o encontraram escondido em um sítio, com um documento falso e uma arma com numeração raspada. Ele teria participado do possível plano de sequestro do senador, com atuação relevante no levantamento de informações sobre a rotina de Moro no Paraná. Onde isso vai parar? Ou seja: no país está proibido se destacar, ser eleito... Os opositores resolvem é matando?
Participação direta
No outro caso, conhecido como "Golpe de Estado", provas obtidas ao longo da investigação feita pela Polícia Federal demonstram de forma inequívoca que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) planejou, atuou e teve o domínio de forma direta e efetiva dos atos praticados realizados pela organização criminosa que objetivava a concretização do golpe e da abolição do Estado Democrático de Direito, fato que não se consumou em razão de circunstâncias alheias à sua vontade. É a conclusão da PF sobre a participação do ex-presidente no plano que tinha como meta sua permanência no poder. A informação consta no relatório da PF que veio a público nesta terça, por determinação do ministro Alexandre de Moraes. Com o tempo curto em 2024, a Procuradoria-Geral da República (PGR) só deve apresentar uma denúncia formal em 2025. Depois, o STF decide se acolhe ou não o pedido. No entanto, o assunto deve render até lá, visto que a cada dia brota uma novidade. Aguardemos!
Maior causa de morte
Financiamento dos serviços públicos de prevenção, diagnóstico e tratamento. Esse foi o objetivo de uma audiência pública realizada nesta terça pela A Comissão Extraordinária de Prevenção e Enfrentamento ao Câncer da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). O presidente e autor do requerimento da audiência, o deputado Elismar Prado (PSD) trouxe dados os quais apontam a necessidade de investimento célere e contínuo no combate à doença que até 2030 deve se tornar a que mais causará mortes no País, segundo o parlamentar. Preocupação que tem toda relevância, visto que a enfermidade já lidera a lista das doenças que mais levam as pessoas à morte em 100 municípios mineiros. Na opinião do deputado, o governo ainda investe muito pouco na oncologia. E a denúncia parece proceder, pois dos 36 hospitais habilitados para tratamento do câncer em Minas, apenas quatro são Centros de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon), com infraestrutura adequada para diagnóstico e tratamento de todos os tipos da doença. Isso, num estado que tem 853 municípios. Triste a realidade em um país, onde a prevenção deixa a desejar.
É campeãoooo!
É o grito que a torcida bugrina espera soltar amanhã, logo depois do jogo diante do Uberaba no Farião. E se depender de apoio, esse não vai faltar. Todos os ingressos se esgotaram ainda nesta quarta-feira pela manhã, ou seja: mais uma vez, estádio lotado. A capacidade é para 4.180 lugares, mas como ocorreu nos últimos jogos, mais de cinco mil pessoas levaram apoio a equipe durante todo jogo. Na vitória sobre o Paracatu, foram à loucura quando o time conquistou o acesso ao Módulo II, onde está há três temporadas. As ruas ao redor do estádio foram tomadas na comemoração. Em caso de título hoje, a festa deve ser ainda maior. E o Guarani merece, depois de um trabalho impecável da SAF, que tem à frente o advogado Alessio Salomé e os demais integrantes, acrescido de atuações importantes de Vinícius Morais, Renato Montak e o próprio técnico João Paulo, de uma competência inigualável. Pessoas que foram fundamentais para que o Bugre desse o primeiro passo para voltar à elite do futebol mineiro para nunca mais sair.
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