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Política

Tudo como antes 

Tudo como antes 

A continuar como está, junho termina e as indefinições sobre o governo de Minas nas Eleições 2026, vão continuar. Exemplo é que a reunião entre o presidente nacional do PT, o presidente estadual da sigla e a ex-prefeita de Contagem e pré-candidata ao Senado, Marília Campos, em Belo Horizonte, durou mais de duas horas, mas terminou exatamente como estava. Ou seja: sem nenhuma novidade. Edinho Silva, o "manda chuva" da sigla no Brasil, e quem está à frente em Minas, a deputada Leninha, em encontro a pedido do presidente Lula (PT), convidaram Marília para entrar na briga pela principal cadeira do Executivo em Minas. Bem nas pesquisas ao Senado, Marília não aceitou o convite, no entanto, deixou esperança para a continuidade do diálogo. Porém, não tem previsão para um encontro entre a ex-prefeita de Contagem e o presidente Lula. Por isso, tudo indica que julho, que começa já nesta quarta-feira, também começa como antes.

Uma saída?

Marília Campos pode não ter aceitado o convite, mas não está de braços cruzados. Ela tenta articular a união de quatro partidos com o objetivo de viabilizar um projeto em torno da candidatura. E parece que já começou a articular. A ex-prefeita esteve em Montes Claros, no Norte do estado, no fim de semana com os pré-candidatos ao governo, o ex-procurador Jarbas Soares Júnior (PSB), natural de lá, o ex-presidente da Câmara de Belo Horizonte, Gabriel Azevedo (MDB). Marília pretende articular a entrada do PDT na união: a legenda tem o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, também como pré-candidato a se sentar na cadeira, atualmente ocupada por Mateus Simões, que também briga para continuar nela. O objetivo do movimento é formar uma frente ampla com força eleitoral, tanto local quanto para Lula. Além de ratificar sua decisão pessoal de disputar o Senado. Se vai dar certo, só o tempo dirá, o que eles não têm muito. Vale lembrar que falta menos de um mês para as convenções partidárias.

Não tem certeza 

No PL, a situação também é embaraçosa, em especial, diante das dificuldades que a pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro vem enfrentando, o que o levou a sofrer queda nas pesquisas em relação ao concorrente Lula (PT). Frente ao cenário, o presidente do Republicanos em Minas, Euclydes Pettersen, já não crava o senador Cleitinho Azevedo, do seu partido no palanque com o pré-candidato do PL no estado considerado segundo mais importante do país, quando o assunto é eleição. A afirmação de Peterssen tem como base, que se o divinopolitano entrar na disputa, não irá mudar seu modo de agir e seus posicionamentos, mesmo os que desagradam o grupo do filho do ex-presidente Bolsonaro. Isso significa que a legenda está preparando uma candidatura própria em Minas. E sua posição se justifica, visto que muita gente que está de fora, também tem a mesma visão. 

Restrições e convenções 

E se junho termina movimentado, já que a partir do dia 30, esta terça-feira, é vedado às emissoras de rádio e de televisão transmitir programa apresentado ou comentado por pré-candidato. E julho começa idem. A partir de 4 de julho, entram em vigor restrições importantes para quem ocupa cargos públicos. Começa o período de vedação à propaganda institucional. Já de 20 de julho a 5 de agosto, partidos e federações realizam convenções partidárias para deliberar sobre coligações e escolher candidatas e candidatos que concorrerão aos cargos nas eleições de outubro. Os pedidos de registro de candidatura devem ser apresentados à Justiça Eleitoral até 15 de agosto. Isso significa que o processo começa para valer em cerca de três meses para que os brasileiros voltem às urnas.

Sempre a postos 

Como sempre ocorre em várias tragédias, dentro e fora do país, o Corpo de Bombeiros de Minas, já atua nas operações de busca, salvamento e ajuda humanitária na Venezuela, representando por diversos militares, num total de 13. Os trabalhos começaram já no último sábado à noite. Os integrantes da corporação mineira fazem parte do Batalhão de Emergências Ambientais e Resposta a Desastres (Bemad), unidade especializada em ocorrências de grande porte e operações em cenários de alta complexidade. Os mesmos que atuaram, por exemplo, no desastre ambiental do Rio Grande do Sul. Na missão, além dos mineiros, participam da operação, militares do Paraná e de São Paulo. Sem dúvida, umas das profissões mais lindas compostas por guerreiros que estão sempre apostos e dispostos para salvar o próximo. 

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