Força, Janete!

CREPÚSCULO DA LEI – ANO VII – CCCXLII
A vice-prefeita de Divinópolis/MG JANETE APARECIDA, encontra-se em situação de confinamento forçado em Israel, em abrigo antiaéreo na cidade de Kfar Saba, próximo a Tel Aviv, juntamente com outras dezenas de prefeitos e gestores municipais, sob a justificativa de um curso (?) de tecnologia e segurança (promovido) a convite da embaixada israelense.
O confinamento teve início a partir da agressão de Israel, atacando– traiçoeiramente– o país persa, Irã, o qual foi obrigado a exercer seu direito de defesa. Com isso, o espaço aéreo foi fechado e todos os voos cancelados.
O Irã é o quinto (!) país atacado por Israel, contando com Gaza, Síria, Líbano e Iêmen. Todos os ataques condenados pela ONU e todos os ataques violaram e violam resoluções da própria ONU, as Convenções de Genebra e todas as bases do direito humanitário. Aliás, o Tribunal Penal Internacional já expediu MANDADO DE PRISÃO contra o primeiro ministro – sionista- de Israel por crimes de guerra, cujas práticas sionistas se constituem em terrorismo de estado e colonialismo étnico mediante genocídio.
O governo brasileiro já está tomando providências no sentido de resgatar seus nacionais em solo israelense, principalmente através do Ministério das Relações Exteriores, do Itamaraty e da ministra Grace Hoffmann, a qual tem mantido conversas com os confinados.
Considerando-se as práticas sionistas de uso de terrorismo de estado para atacar países – vide o holocausto palestino – o caso da vice-prefeita, e das demais autoridades que lá estão, traz hipóteses que levam a investigar um propósito obscuro e produção premeditada de reféns indiretos.
Ora, é óbvio que o sionismo já planejava o traiçoeiro ataque ao Irã há meses. Igualmente sob esse aspecto, é evidente que o Irã foi “distraído” pelos EUA (aliados do sionismo) em preparo de reunião (cancelada), a pretexto de conversações sobre seu programa nuclear com foco no enriquecimento de urânio.
Desta forma, enquanto os EUA desviava a atenção do Irã, o sionismo atacou pesadamente o país persa, evidentemente sabendo que aquelas autoridades estavam em solo israelense.
Além disso, por conta do holocausto palestino em Gaza, o sionismo levou em consideração que o presidente do Brasil encontra-se sofrendo grandes pressões para o rompimento de relações com Israel. Com o confinamento das autoridades, qualquer decisão nesse sentido se vê comprometida, ao menos enquanto aqueles brasileiros não forem devidamente resgatados, ou seja, o sionismo teria produzido reféns involuntários.
Outro aspecto relevante é que o sionismo “convidou” (?) exatamente políticos de oposição ao governo, principalmente do partido PL, do “inelegível”, ou seja, exatamente para “testar” o nível de preocupação da presidência com seus adversários.
Claro que os esforços do atual governo para o resgate dos seus nacionais demonstram que a questão partidária jamais interferirá nesta missão cívica e humanitária de trazê-los de volta. Talvez, se o “inelegível” estivesse no poder a conduta pudesse ser outra, já que o próprio “inelegível” já desejou a morte ( metralhar) de toda a “petralhada” (sic).
Sim, infelizmente existem elementos para se investigar o propósito sionista envolvendo a vice-prefeita e as demais autoridades lá confinadas. De qualquer forma, espera-se que o governo tome todas as providências possíveis para trazê-los de volta, assim como as demais investigações.
Entrementes, a depender de certo senador, certo deputado e outros em volta, a situação poderia se estender ainda mais indefinida, pois tais políticos são sabidamente despreparados e incapazes de superarem seus manjados videozinhos ridículos, idiotas e inservíveis, nada mais que isso.
FORÇA, JANETE! Haverá êxito em seu retorno.
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