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Domingos Sávio Calixto

Sionismo, nazismo e racismo

Por Bruno
Sionismo, nazismo e racismo

CREPÚSCULO DA LEI – ANO VIII – CCCXXXI

Nos mesmos moldes do racismo e apologia ao nazismo, o SIONISMO é um crime a ser devidamente tipificado, “de lege ferenda”, ou seja, nos mesmos moldes dos seus correlatos, é a suprema face da barbárie.

Assim como seus correlatos, o sionismo opera na tecnologia da violência e no extermínio desde sua gênese, no sentido usual de serem estas as premissas do (seu) fundamento para o genocídio de colonização e povoamento da Palestina, mediante o crime de limpeza étnica.

Sob esse aspecto, o sionismo – que NÃO se confunde com judaísmo – impõe uma exclusividade étnica de “povo escolhido” (?) não como referencial simbólico de crença, mas falácia para a neutralização e remoção da população palestina, o que pode ser claramente classificado como crime contra a humanidade, conforme já corroborado por resoluções da ONU (ONU?).

Em sucessivas agressões bélicas contra o povo palestino, o sionismo normaliza a desumanização e a destruição sistemática da população originária sem paralelos na história pós-guerra, seja na forma, nos números ou mesmo nos níveis de crueldade.

A equiparação do sionismo com o nazismo e o racismo não (só) supera a mera hipérbole retórica, mas também sustenta a constatação da “banalidade do mal” exercida com inigualável frieza sórdida pelas forças de ocupação nas terras palestinas desde 1948 (“Nakba”). Inegavelmente, é uma ideologia de segregação dos palestinos de sua própria terra, portanto, uma prática igualmente antissemita

Neste lastro de mortes generalizadas contra civis, o sionismo visa à substituição de uma população por outra. A limpeza étnica promovida desde 1948 (famigerado plano “Dalet”) pode, seguramente, contabilizar um número de mortes palestinas que ultrapassa 1 milhão de vítimas, em se permitindo que os dados dos ataques sejam devidamente revisados e periciados.

Desde 1948, a transição da “Nakba” para o genocídio se acentuou nas décadas seguintes, chegando aos massacres do século XXI com todas as definições de “holocausto”, inclusive com sofisticadas armas que fizeram, literalmente, corpos palestinos serem efetivamente desintegrados e desparecidos no calor das explosões. 

Desde a Nakba à fase de “genocídio incremental” e até ao holocausto atual, amplamente televisionado, testemunhado, assistido, registrado e documentado, fica (ao menos) sintetizada no devido Mandado de Prisão expedido pelo Tribunal Penal Internacional contra o chefe sionista e sua organização criminosa.

Assim, o sionismo, como crime que precisa ser tipificado tal qual racismo e nazismo, fez de Gaza e Cisjordânia verdadeiros campos de concentração a céu aberto, cadáveres expostos, mutilados, pessoas violadas em todos os aspectos mais terríveis e ultrajantes, além da mais aviltante das condutas, a matança e tortura generalizada de crianças (...). 

Crime contra a Humanidade. Crime imprescritível.

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