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Domingos Sávio Calixto

A maior organização terrorista do Planeta?

Por Bruno
A maior organização terrorista do Planeta?

CREPÚSCULO DA LEI – ANO VIII – CCCXVIII

Mossad é uma agência a serviço do sionismo, ligada à produção de guerra híbrida, atentados, mortes e sequestros.

Conforme diários de sua criação, sionismo é o movimento racista e antissemita contra Palestinos, criado por ateus com ambições políticas, de extermínio, de tomada de Jerusalém e de toda a Palestina, ainda que mediante genocídio de sua população, criando em terras alheias um “estado israel” (Diários de Herzl, 1895).

Assim, conforme seus próprios diários, o sionismo foi criado por ateus (sim, há que se frisar), desde seu fundador Theodor Herzl, passando por Ben Gurion e Golda Meir. É um movimento de política da violência - ocupação e extermínio - que se utiliza do discurso religioso e promessas divinas (?) para “legitimar” suas atrocidades.

Ora, para a imposição deste “estado de Israel” em terras alheias, não se poderia efetivamente falar em uma Constituição – o que estabeleceria limites, direitos e estabeleceria deveres – contrariando a ideologia violenta do sionismo. Daí é que veio o discurso de escapatória teológica sobre essa tal “terra prometida”, uma aberração alucinante que atropela  toda e qualquer lógica histórica de nascimento das sociedades no mundo.

Como um dos principais instrumentos de práticas sionistas, e seu uso de violência na Palestina, foi criado a agencia Mossad.

A estrutura operacional do Mossad é de ação clandestina, mormente em atentados sombrios de “falsa bandeira”, tal qual o caso dos ataques no Libano (FLLP, 1979 e 1983), no caso do USS Liberty (1967), os atentados contra (suas próprias) sinagogas (Bagdá, Buenos Aires) e no sequestro de Adolph Eichmann, na Argentina.

Ainda na América Latina, o Mossad envolveu-se na morte de Herbert Cukurs (Uruguai, 1965), na morte do tenente-coronel José Albano do Amarante (Brasil, 1981), bem como apoiou e contribuiu com ditaduras e grupos paramilitares (anos 70 e 80).

O Mossad está envolvido na morte de Yasser Arafat (2004,  França).

Ainda no Líbano, o Mossad agiu clandestinamente no ataque dos pagers e walkie-talkies (2024). No Irã atuou no assassinato de Ismail Haniyeh, bem como nos ataques cibernéticos contra a rede bancária daquele mesmo país (2025). Também no Irã agiu na destruição e explosão de mesquitas, mais assassinatos no Líbano, principalmente matando Hassan Nasrallah (2024).

O Mossad se infiltra em qualquer país mediante documentação falsa, com plena autorização do “estado de Israel”, o que o torna livre e isento de qualquer responsabilidade para quaisquer atos diante do Knesset

Agentes do Mossad estão, atualmente, agindo na Patagônia, onde ocorre proliferação de incêndios.

Há elementos ligando uma lista de pedófilo (arquivos de Epstein) às ações do Mossad, bem como ao uso destes arquivos para práticas de chantagem contra o próprio presidente estadunidense, mencionado e filmado na lista.

Assim, o Mossad está agindo clandestinamente no Irã (1). O Irã é maior inimigo do “estado de Israel” no Oriente Médio (2). Portanto, com a “ajuda” do Mossad/BlackRock/Vanguard, o “estado de Israel” determinou ao presidente pedófilo estadunidense (o mesmo que defecou nas próprias calças recentemente) que ataque o Irã (3). O presidente pedófilo defecante vai obedecer, aliás, já está obedecendo (4). 

E o Mossad se manterá oculto, mais uma vez.

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