Carregando clima…
Domingos Sávio Calixto

Yes, they have Bananinha!

Por Portal Agora
Yes, they have Bananinha!

CREPÚSCULO DA LEI – ANO VII – CCCXLVII

Domingos Calixto 

O maior traidor da pátria da história do Brasil tem um apelido singelo: “Bananinha”. 

Na perspectiva do revés semântico, o apelido singelo se assenta em uma figura torpe, vil, asquerosa e, claro, altamente traiçoeira. Tão traiçoeira quanto o farsante jargão utilizado pela sua organização criminosa – “Deus, Pátria, Família”.

Ninguém e nenhum povo sentem qualquer simpatia por traidores da pátria. Parece óbvio que a comunidade estadunidense, do alto de sua empáfia, deve estar sentindo um profundo nojo de uma figura tão rameira.

Sem embargo, rameiras também são suas ameaças ao ESTADO brasileiro lastreadas no fôlego curto do pânico contra incautos, nada mais.

Ora, é sabido que a terra estadunidense, chefiado por um plutocrata pedófilo – conferir os arquivos de Jeffrey Epstein – é um país falido, devedor de mais de 36 trilhões de dólares, e que ainda não foi espoliado por conta (1) do seu arsenal bélico e, fundamentalmente, (2) por ele mesmo ser o fabricante do seu dólar.

É nesse contexto que esse país modelar da tirania e da violência histórica promove assaltos perpétuos, aos quais ele chama – cinicamente- de guerras contra o terrorismo. É a face mais despótica do planeta, bastando conferir o atual e humilhante (para a humanidade) holocausto contra o povo palestino. Ali a tirania estadunidense financia o sionismo, matando uma população inteira para roubar-lhe todo (seu próprio) território e riquezas.

Sob esse aspecto, o traidor “bananinha” acha mesmo que tem alguma relevância para os devaneios estadunidenses. É óbvio que ele está sendo usado como pretexto para que a tirania americana possa conter sua derrocada inevitável diante da força dos BRICs, ou seja, não se vislumbra nenhuma relevância a ele ou ao seu pai inelegível, à beira de uma condenação. São escórias descartáveis, patéticas e irrelevantes, tal qual aconteceu com o esquecido Juan Guaidó – a farsa venezuelana.

Sob esse aspecto, as tais sanções – aumento de tarifas – perpetradas por um explorador tirânico só fazem demonstrar com clareza uma exploração já existente. Desta forma, o país explorado vai buscar legitimidade para expandir seu comércio com outras fontes, bem mais lucrativas e menos predatórias.

Não há nada que o país estadunidense queira dificultar para o Brasil que não possa, facilmente, ser substituído por outro bem mais “em conta”, desde redes da internet até veículos. A própria Rússia em guerra, sofrendo toda sorte de sanções internacionais, teve um crescimento econômico de quase 5% do seu PIB no último ano.

Expurgados os ataques de panaceia vingativa - em conúbio com propagação do pânico alimentados por uma droga qualquer – perpetrados pelo tal “bananinha”, sobrará, além do epitáfio do ridículo, uma vasta tipificação que ocupará a capa do processo criminal contra o traidor, o qual - certamente - vai lhe causar para mais de uma dezena de anos de cadeia. Infelizmente, não serão tantos quantos aqueles destinados ao seu pai, o inelegível. Infelizmente mesmo.

Compartilhe:WhatsAppFacebookTwitter

Comentários

Participe da conversa — todos os comentários passam por moderação.

Carregando comentários…