Eita trem bão, sô!

Em convenção estadual realizada, na última segunda-feira, 27, em Belo Horizonte, o Partido Liberal de Minas Gerais (PL) oficializou três nomes de peso para a região: Eduardo Azevedo na reeleição para o segundo mandato de deputado estadual, Fabiano Cazeca para deputado federal, lembrando que nas eleições passadas ficou na suplência para deputado federal, chegando a assumir o cargo de 30/10/2025 a 28/02/2026, e Domingos Sávio como pré-candidato da sigla ao Senado Federal. Bão demais da conta, sô!
Domingos no Senado
O nome de Domingos Sávio vinha sendo cogitado desde meados de 2025 e no último dia 27 foi aprovado por unanimidade dentro das bancadas federal e estadual. Com trajetória de quatro mandatos de deputado federal, além de já ter ocupado cadeira na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, ter sido vereador e ter sido prefeito de Divinópolis, Domingos Sávio teve o nome aclamado no evento realizado em Belo Horizonte, contando com o apoio de todas as lideranças partidárias nacionais. "Não é um projeto pessoal, mas sim um projeto de grupo e de país. O PL entende que a eleição para o Senado é uma das mais importantes do momento, e teremos grandes líderes em todos os estados contando com o nosso apoio neste ano", afirmou Domingos, que já ocupou a presidência estadual do PL. o deputado federal já demonstrou estar pronto para encarar esse desafio com positividade, responsabilidade e serenidade. Vamos que vamos!
Cleitinho Azevedo
Para o senador foi uma surpresa a retirada de seu nome como pré-candidato ao governo de Minas pela executiva nacional do Republicanos. Segundo o presidente estadual da sigla, deputado federal Euclydes Pettersen, embora o partido tenha tratado com entusiasmo, respeito e seriedade a possibilidade da candidatura do senador, inexistiu uma decisão firme que, segundo ele, não pode ser substituída por sinais contraditórios, sucessivos recuos ou indefinições que acabam comprometendo a construção de um projeto coletivo. O partido já firmou apoio a Marcelo Aro (PP). Porém, o irmão, porta-voz e pré-candidato a deputado federal, o ex-prefeito Gleidson Azevedo (Republicanos), afirmou que o vídeo de IA com Cleitinho, seu pai José Maria e seu irmão recém-falecido Matheus é um sim à candidatura. Aguardemos os próximos capítulos.
Exemplo
Cleitinho Azevedo (Republicanos) abriu o caminho para seus irmãos Gleidson (Republicanos) e Eduardo (PL) que já construíram capital político próprio. Não são mais simplesmente os irmãos do Cleitinho e sim, Gleidson Azevedo que foi o candidato a prefeito mais votado da história de Divinópolis em sua reeleição e que deixou a prefeitura com altíssima aprovação e Eduardo Azevedo, o deputado estadual que obteve destaque como um dos deputados novatos mais votados do estado, conquistando uma vaga na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) com mais de 92 mil votos e grande defensor dos valores familiares, livre mercado, redução de impostos e combate a privilégios políticos. Nas convenções estaduais de seus respectivos partidos, Eduardo se firmou como pré-candidato a reeleição e Gleidson como pré-candidato a deputado federal. A exemplo deles, Cleitinho deveria se definir até porque seu partido já firmou apoio a Marcelo Aro (PP) como candidato ao governo, lembrando que o próprio Cleitinho, no lançamento da pré-candidatura de Eduardo Azevedo em abril de 2026, teceu altos elogios a Marcelo Aro e declarou publicamente seu apoio. Que saia justa! Oremos!
Violência duas vezes
A pessoa é vítima de violência doméstica, sofre danos estéticos, danos materiais, e o agressor é condenado na esfera penal a ressarcir o prejuízo, mas pasmem! A cobrança deve ser feita na esfera cível, ou seja, mais um processo. A vítima ajuíza o cumprimento de sentença e dependendo de sua renda, tem que pagar as custas processuais. Muitas vezes, a vítima, na maioria das vezes mulheres, ao ser promovida, ao adquirir um carro novo, recebe violência de quem deveria apoiar o crescimento profissional. Aí vêm dentes e ossos quebrados, carro incendiado, a lista é grande e o prejuízo seja material, estético ou moral é maior ainda. Condenado, o agressor fica tranquilo porque sem pagar as custas processuais, não haverá cobrança e seus bens estão protegidos. Cabe frisar que o advogado é dispensado de adiantar esses valores no início em ações de cobrança ou execução de honorários advocatícios. Conforme a Lei Federal 15.109/2025 – Código de Processo Civil - o recolhimento fica para o final do processo e é transferido ao réu ou devedor, se ele deu causa à ação. Por que não o mesmo tratamento às vítimas de violência doméstica?
Projeto de lei
Pensando nisso, o deputado federal Domingos Sávio (PL), protocolou projeto de lei - PL 4829/2026 - no qual as vítimas terão idêntico tratamento não somente no cumprimento de sentença de condenação criminal, mas também na cobrança de danos materiais, morais, estéticos, seja lá de qual natureza, for em casos de violência doméstica e familiar. Segundo o deputado, exigir pagamento antecipado de custas além de não contribuir para a efetividade da entrega da tutela jurisdicional à vítima, privilegia o agressor e fere o princípio constitucional do amplo acesso à Justiça previsto no artigo 5º, incisos XXXV e LXXIV, da Constituição Federal. De acordo com o projeto, o agressor, quando condenado, ressarcirá as custas de que a vítima tenha sido isenta, observando-se o princípio da causalidade (que determina que a pessoa que deu causa a um processo judicial ou a um gasto deve pagar as despesas do processo). Aplausos de pé!
Casa do Conservador
Nem inaugurou e já está incomodando. Eita!
Anistia já!
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