Extra! Julgamento do preso Jair

CREPÚSCULO DA LEI – ANO VII – CCCLIII
Domingos Sávio Calixto
Começa nesta data, 02 de setembro de 2025 em Brasília – 09h, a sessão de julgamento do preso Jair, acusado de chefiar uma organização criminosa – ORCRIM – para dar um golpe de estado no país (lembrando que o outro e pior processo – por crime de genocídio na pandemia – ainda não começou).
Conforme regulamenta o Supremo Tribunal Federal (STF), o julgamento terá seu rito iniciado com abertura da sessão pelo presidente da Primeira Turma, ministro Cristiano Zanin.
Nesta sessão estarão presentes os acusados seguintes: (1) O preso Jair; (02) Ramagem, um ex-diretor da ABIN; (03) A. Garnier, um ex-comandante da Marinha; (4) Anderson T., um ex-ministro da Justiça; (05) A. Heleno, um ex-ministro GSI; (06) P. Nogueira, um ex-ministro da Defesa; (07) Braga N., um ex-vice; (08) M. Cid, um ex- ajudante de ordens.
Feita a abertura, o ministro Zanin prosseguirá dando palavra ao relator do processo, ministro Alexandre de Moraes, o qual fará a leitura do resumo das fases processuais prévias, dos fatos e das alegações finais.
Findada a leitura do relatório, haverá a devida sustentação oral do Procurador-Geral da República Paulo Gonet, o qual terá prazo de duas horas para expor a acusação.
Em seguida, conforme princípio do contraditório e da ampla defesa, será a vez dos advogados dos réus (08) na ordem acima, com limite de uma hora para cada sustentação, respectivamente.
Fechando a sessão, vem a deliberação da turma (05) e a devida votação. O primeiro voto será do relator, ministro Moraes. Na sequência, votam os ministros Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin.
Para a decisão final, é necessária a maioria de três votos entre os cinco ministros. Desta decisão caberá recurso ao tribunal pleno do próprio STF.
É admitido que algum ministro peça vista dos autos para estudá-lo, interrompendo o julgamento, mas isto é pouco provável.
Há que se deixar claro que, não obstante a ação da justiça, o chefe da organização criminosa – ORCRIM - não se intimidou, e instrumentalizou sua própria família para prosseguir nos crimes contra o estado democrático de direito.
Nesse sentido, no exato momento em que a sessão de julgamento transcorre, um filho (...) do chefe da ORCRIM encontra-se sob o afeto da tirania estadunidense, produzindo delitos de coação contra ministros, contra o povo brasileiro e contra a democracia.
Essa figura escrota e abjeta, apelidada de fruta que lembra um falo, é um traidor da pátria repugnante, cujo destino não será outro senão sentar-se, igualmente, no banco dos réus para responder por seus crimes.
Enquanto isso não acontece, a parte racional do povo brasileiro já compreendeu perfeitamente a “balela” daquela ORCRIM na questão falseada do “Deus-Pátria-Família”.
Bullshit! Agiram passando por crimes da pior espécie, lembrando moscas voando sobre dejetos “trump-money-gangs”.
Perderam.
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