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Preto no Branco

Fé e emoção

Por Portal Agora
Fé e emoção

A segunda edição do Evangelizar é Preciso foi um verdadeiro sucesso. Milhares de pessoas se reuniram em frente à Prefeitura de Divinópolis para assistir o show do padre Reginaldo Manzotti. O evento encantou o público com apresentações musicais, pregações e momentos de intensa espiritualidade. Foi uma tarde e noite de adoração, louvor e emoção. O evento deixa a mensagem clara que  a fé continua sendo um elo poderoso entre as pessoas. A celebração uniu famílias, renovou esperanças e fortaleceu os laços espirituais da comunidade. Jovens, idosos, adultos, homens, mulheres, crianças e outras diversas pessoas prestigiaram a tarde e noite de emoção. Parabéns a Prefeitura pela realização do evento. 

Só reclamam

“As pessoas reclamam muito, mas se acovardam na hora de tomar providências. Querem que tudo mude, mas elas mesmas se recusam a mudar”. Essa frase de Paulo Coelho define bem o modo de pensar de alguns divinopolitanos. É difícil entender quem critica, por exemplo, a realização do show do padre Reginaldo Manzotti. O evento gratuito foi realizado, sim, com dinheiro público. Mas é dever do Município promover cultura para os cidadãos. O órgão tem a pasta responsável e recursos que só podem ser aplicados em ações como esta. Não é possível, por exemplo, destinar o valor aplicado no show para zerar a fila de espera da saúde. São pastas diferentes. Sendo assim, qual o motivo para se criticar a realização do show? Além de Manzotti ser um cantor que atrai multidões, seus shows transmitem paz e alegria para quem assiste. Quantas pessoas sempre sonharam em assistir o show dele e nunca tiveram a oportunidade? É preciso ter bom senso. 

Só faltou isso

Apenas um detalhe apagou um pouco o brilho deste grande evento. Mais uma vez, algumas pessoas se colocam como superiores e desvalorizam o trabalho da imprensa. Durante a cobertura do Agora, um membro do evento destratou os profissionais que ali trabalhavam a tarde toda. Estavam ali para ser os transmissores da mensagem para toda a população. E, ao que parece, não é a primeira vez que isso acontece quando se trata deste mensageiro da fé. Os ensinamentos que ele aplica para seus fiéis — que não são poucos — devem ser rotina não só em frente às câmeras. 

Martelo batido

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), deixará o comando do estado em março de 2026, um mês antes do prazo final para se desincompatibilizar e concorrer a outra posição nas eleições. A decisão de Zema vai favorecer o vice-governador Mateus Simões (Novo), apontado como sucessor do atual mandatário. O resultado dele, por enquanto, é bastante fraco. Simões pontua entre 2% e 3%. O grupo político de Zema, no entanto, acredita que a máquina pública vai ajudar Simões a aumentar os números e expandir o eleitorado. É pouco provável que Zema consiga eleger seu sucessor. A tendência é que a disputa fique entre Rodrigo Pacheco ou Alexandre Kalil, do PSD, contra Nikolas Ferreira ou Cleitinho, ambos do PL.

Futuro incerto

Encerrando seu segundo mandato, Zema lidera a disputa ao Senado Federal em Minas Gerais, com mais de 50% das intenções de votos, segundo o Paraná Pesquisas. No entanto, o governador já afirmou que não tem vontade de concorrer ao posto por considerar que não tem perfil para o Legislativo. Zema já declarou que pretende se candidatar à Presidência da República como um dos postulantes da direita. Questionado sobre se mantém a pretensão mesmo depois que a pesquisa Quaest o colocou como o último nome da direita cotado para a Presidência, Eele  desconversou e disse ficar satisfeito com o cenário porque ele mostra que a direita, pelo número de candidatos que possui, está mais preparada para tirar a esquerda do comando do país. O fato é que o próprio Zema ainda não sabe o que fazer.

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