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Preto no Branco

Cidadã Honorária

Por Bruno
Cidadã Honorária

Ainda muito nova e já com uma história política brilhante, a deputada Lohanna (PV) receberá, nesta quinta-feira 11, o título de Cidadã Honorária de Minas Gerais. Honraria concedida por meio da Resolução nº 5.622, de 17 de maio de 2024, aprovada pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). A concessão do título é um reconhecimento à sua trajetória e aos relevantes serviços prestados à população mineira em sua atuação política. A homenagem foi solicitada pela deputada Beatriz Cerqueira (PT). A cerimônia de entrega ocorrerá às 19h no Plenário da Casa Legislativa, em Belo Horizonte, e contará com a presença de autoridades, lideranças políticas, familiares e convidados. Momento memorável e merecidíssimo que o Agora vai acompanhar de perto.

História

Nascida em Vila Velha, no Espírito Santo, Lohanna veio para Minas Gerais ainda muito pequena, tendo morado em Itaúna e, por último, em Divinópolis, onde tudo começou na política. Por aqui, fez história ao ser eleita a vereadora mais jovem e mais votada do município. Uma passagem relâmpago, mas marcante no Legislativo que a levou a um patamar ainda mais de destaque. Foi eleita deputada estadual, com uma atuação diferenciada, ganhou destaque em todo Estado, o qual ela agora representa. Liderando várias frentes, em especial, os direitos das mulheres, a educação e a cultura, fortaleceu seu nome, o que a levou não somente a ser contemplada com honrarias como esta, mas com certeza, muito em breve, terá seu trabalho reconhecido em nível nacional. Pode anotar.  

De novo

Não só a “safadeza” cometida por Juscelino Filho do Ministério das Comunicações, mas a possibilidade do governo Lula (PT) ter seu sucessor indicado novamente pelo União Brasil. A saída do ex‑ministro foi motivada por denúncia da Procuradoria‑Geral da República por suposto desvio de emendas parlamentares por meio da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), envolvendo recursos para pavimentação de ruas no Maranhão. O caso ainda será analisado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). No entanto, não esconde mais uma prática vergonhosa de políticos, ou envolvidos nela, que prejudica diretamente e como sempre, aquele mais necessitado, o povo. E pior, neste caso, o pobre, que o PT tanto defende. Que seja julgado com todo rigor que o caso exige.

Favorito

O deputado federal Pedro Lucas (MA), líder da bancada do União na Câmara, é o favorito para assumir a pasta. Em seu segundo mandato, ele integrou a comitiva presidencial na recente viagem à Ásia e está alinhado ao Planalto. Embora seja o nome mais cotado, outras indicações não estavam descartadas até o fim da tarde de ontem, quando a coluna foi escrita. Por isso, a expectativa que o ministério permaneça com o União Brasil, que já ocupa as pastas do Turismo, com Celso Sabino, e da Integração e do Desenvolvimento Regional. Enquanto isso, Juscelino Filho volta à Câmara, onde retoma o mandato de deputado federal. Ridículo. Deveria ficar afastado durante as apurações. Mas, em se tratando de Brasil e sua política, não era para se esperar outra coisa.

‘Infundadas’

Em carta aberta, o ex-ministro classificou as acusações da PGR como “infundadas” e afirmou confiar no STF, que julgará o caso. “Preciso me dedicar à minha defesa, com serenidade e firmeza, porque sei que a verdade prevalecerá. As acusações que me atingem não procedem, e confio plenamente nas instituições do nosso país, especialmente no Supremo. A justiça virá”. Então, tá! Aguardemos. Neste caso, só se aquele conhecido ditado: “onde há fumaça, há fogo”, tão antigo e certeiro, ter perdido o sentido. 

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