Divinópolis tem prefeita sim!

Começando com notícia ótima! Depois de uma gestão surpreendente, com altíssimo índice de aprovação, Gleidson Azevedo (Novo) sai para alçar novos voos e a cidade do Divino abre os braços para a sua primeira prefeita, Janete Aparecida (Avante). Um dia, esta colunista ouviu de um vice prefeito: lugar de vice é no canto inferior direito da segunda página, ou seja, figurante. A dupla Gleidson e Janete veio e mostrou diferente. Não foi figurante e muito menos coadjuvante! Ao lado de Gleidson, foi adjuvante e juntos proporcionaram o melhor para Divinópolis. Aplausos de pé!
E a primeira vice-prefeita?
A saudosa Dona Maria Martins, primeira vice-prefeita de Divinópolis, certamente está feliz, pois Janete Aparecida era “de dentro de casa”, tendo sido coordenadora de campanha do seu filho, o então deputado federal Jaime Martins Filho, de quem também foi assessora parlamentar até 2016, quando saiu candidata a vereadora pelo partido PSD e foi a única mulher eleita para a legislatura 2017/2020. Vê-la voando cada vez mais alto, acima da tempestade que aprendeu a controlar, onde o céu continua azul e o sol continua brilhando, certamente traz para a amiga que não mais se encontra aqui, um misto de imenso orgulho, gratidão e inspiração.
E Jornal Agora tem Gleide Andrade!
Estreou no Jornal Agora a secretária nacional de finanças e planejamento do PT, Gleide Andrade. Graduada em Filosofia, pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (1996), é também Mestra em Políticas Públicas, pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais - FLACSO. Ela atuou como professora da rede estadual de ensino de 1997 a 2000. Desde 2009, atua no Partido dos Trabalhadores, tendo começado em Minas Gerais até chegar ao cargo que ocupa desde 2019, Secretária Nacional de Finanças e Planejamento. Divinópolis não a conhece pelos seus feitos como alta autoridade do PT, mas sim como a pessoa que sempre busca e traz recursos para a saúde em Divinópolis e região e pela brilhante atuação para que o Hospital Regional se tornasse realidade. Gleide atuou ao lado de Gleidson Azevedo (Novo), Domingos Sávio (PL), Eduardo Azevedo (PL), Janete Aparecida (Avante), Lohanna França (PV) e tantos outros. O interesse público acima da ideologia partidária. Seja bem-vinda, Gleide Andrade!
Forças de segurança
O Brasil possui quase 800 mil profissionais nas forças de segurança pública, incluindo polícias militares, civis, penais e peritos. A Polícia Militar é a maior força, com aproximadamente 404 mil membros na ativa, enquanto as polícias civis somam cerca de 95 mil agentes. O Brasil registrou aumento de 33,8% no número de mortes violentas de policiais: foram 127 ocorrências em 2023, contra 170 em 2024. O total de suicídios também cresceu 6,8%, passando de 118 para 126 óbitos. Com isso, a soma dos incidentes fica próxima de 300 – crescimento considerável de 28,8% em relação ao ano anterior. Os números foram publicados no final de julho/2025, na 19ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Em relação às mortes violentas, o documento, produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) aponta amplas divergências regionais: “A média nacional de policiais civis e militares mortos, em serviço ou fora dele, é de 0,3 por 1.000 profissionais da ativa. No entanto, seis estados registraram taxas de mortes em confronto superiores a essa média: Rio de Janeiro (1,1), Tocantins (1,1), Pará (0,8), Ceará (0,5), Piauí, Alagoas e Pernambuco (0,4). Entre os estados que registraram as maiores elevações de um ano para o outro está Minas Gerais com aumento de 200%. Isso é trágico!
E a segurança da família?
Os crimes contra a família envolvendo membros das forças de segurança alarmam e muito, e infelizmente têm aumentado. Assusta pelo crime em si e mais ainda por se tratar de alguém que é garantia de segurança pública, pois a figura do policial é um símbolo de autoridade, confiança, segurança e compromisso com a sociedade de proteger vidas e a ordem pública, muitas vezes sacrificando a própria segurança. Polícia é sinônimo de ordem e tranquilidade para a sociedade. Se dá a vida em nome do dever, a sua família, por coerência e contrapartida, deveria ser a mais protegida. No Evangelho de São Mateus 22:39, a Bíblia traz o seu segundo maior mandamento “Amar o próximo como a ti mesmo", ou seja, amar o outro com o mesmo respeito, compaixão e cuidado. E qual o próximo mais próximo, exceto a própria pessoa? - A família! Então, a primeira tranquilidade a ser garantida há de ser daqueles que residem sob o mesmo teto.
Estar armada resolve?
Em agosto de 2017, em Divinópolis, o soldado Igor Quintão Vieira, matou a namorada, a também militar e sargento da PM, Aline Guimarães Rodrigues. Em fevereiro passado, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto que há dois dias foi denunciado por assédio sexual por uma colega PM, matou a esposa, também PM, Gisele Santana, com um tiro na cabeça. Ele tentou esganá-la antes. Na última segunda-feira, o PRF Diego Oliveira de Souza matou a namorada Dayse Barbosa Mattos, comandante Guarda Municipal, com cinco tiros na cabeça e se matou depois. O crime de feminicídio foi premeditado. Quatro mulheres armadas, uma delas vítima de importunação sexual e três vítimas de feminicídio.
O que sobra para as outras?
Se as que andam armadas não estão a salvo, e as outras? Não importa o tempo de relacionamento, e seja policial ou não, mulher ou homem, a imaturidade emocional, baixa tolerância à frustração e necessidade de controle sempre falarão mais alto. Narcisismo, ego exacerbado, reações desproporcionais, onde o "não" não é aceito, gerando violência.
Alerta
Os crimes de violência doméstica têm aumentado, tanto os crimes contra mulheres e crianças quanto os crimes contra homens no ambiente doméstico. As delegacias de polícia estão cheias de inquérito policiais, e falta pessoal, falta estrutura. Por isso, faça a sua parte! Não vá a delegacia fazer denúncia de crime inexistente porque assim como o homicida e o feminicida não conseguem lidar com um “não”, quem faz isso demonstra sua dificuldade em admitir erros ou aceitar críticas, em lidar com opiniões divergentes, agindo como criança birrenta. Pense bem! Amadureça! Usar a estrutura do Estado para vingança pode impedir uma vítima de verdade ser socorrida. Que ego é esse? Ah, a denunciação caluniosa (artigo 339 do Código Penal) é punida com pena de reclusão, de dois a oito anos, e multa. Dessa conta não tem como escapar! Capisce?
Anistia Já!
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