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Adriana Ferreira

Lenço da Paz

Por Bruno
Lenço da Paz

Segundo o Novo Testamento, quando Jesus Cristo dobrava o lenço e assim o deixava sobre a mesa, Ele incluía a seguinte mensagem: “Eu sairei, mas voltarei”!.  Há ainda menção do lenço dobrado no túmulo de Jesus Cristo. Trata-se de uma mensagem Dele deixada a todos que estiveram ali e que ouviriam essa história depois, fortalecendo a ideia de que Jesus não queria que seus discípulos tivessem dúvidas de Sua ressuscitação. Só a lembrança de tais ocorrências já refrigera a alma do cristão.

Lenço de Sangue

Poucos dias após o retorno das crianças Bibas que foram sequestradas e assassinadas pelo grupo terrorista Hamas, numa clara demonstração de desumanidade, em vez de emitir uma nota de solidariedade aos reféns israelenses, a nossa sem noção ministra dos Direitos Humanos, Macaé Evaristo, que já foi secretária de Estado de Educação em Minas Gerais, responsável por milhares de crianças e adolescentes,  foi flagrada sorridente usando um  lenço palestino (keffiyeh) que ganhara de presente de Mohamad El Kadri, presidente do Fórum Latino Palestino. O encontro aconteceu na semana passada, durante o 1º Seminário de Direitos Humanos do Estado de São Paulo, realizado na sede do Sindicato dos Engenheiros, por meio da articulação da deputada federal Juliana Cardoso (PT). Enquanto Macaé posava para fotos usando o lenço, pessoas da plateia gritavam “Palestina Livre”.

El Kadri e o PT

O presenteiro costuma usar as redes sociais para exaltar ações do grupo terrorista Hamas, grupo terrorista por ele apoiado, e também para ressaltar seu posicionamento contra Israel. Em junho/2021,  El Kadri posou para uma foto segurando uma bandeira das Brigadas Al-Qassam, o braço armado do Hamas. Sua proximidade com o partido de Macaé Evaristo e do presidente Lula não é de agora. Há dois anos, El Kadri se reuniu com o assessor do presidente, Celso Amorim, e com o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, em nome do Fórum Latino-Palestino. Na ocasião, o assunto foi o apoio da gestão de Lula à “causa palestina”. Pois é!

 A causa palestina e Lula

No dia 09 de agosto de 2024, o presidente Lula (PT) também usou um “keffiyeh”, no qual estava escrito, em árabe: “Jerusalém é nossa, estamos chegando”. A frase é usada para defender a tomada de controle da cidade por palestinos. Grupos extremistas, como o Hamas, usam a frase como forma de pedir a extinção do Estado israelense. Para Israel, a frase é vista como apologia a atos de violência contra o seu país. De acordo com o cientista político e CEO da ONG Stand With Us Brasil, André Lajst, a expressão no lenço constitui um discurso de ódio voltado contra os judeus. “Ou o presidente ignora essa frase, que é racista e de ódio, e que desconsidera a legitimidade do povo judeu à região, ou ele é muito mal assessorado”, disse Lajst. Que tal os dois? A simpatia do presidente do Brasil pela “causa palestina” já havia sido demonstrada anteriormente.  Há cerca de um ano ele fez uma comparação entre as ações do exército israelense contra o grupo terrorista Hamas e as ofensivas nazistas do Holocausto, o que desencadeou uma crise diplomática entre Brasil e Israel. Lula é classificado como persona non grata pela nação judaica. Não é para menos!

“Keffyeh”

Segundo a wikipedia, “A palavra vem da raiz árabe ghatr que significa "cobrir". O keffiyeh é comumente encontrado em regiões áridas, pois oferece proteção contra queimaduras solares, poeira e areia. É feito a partir de um lenço quadrado, geralmente  feito de algodão. Um cordão chamado agal é frequentemente utilizado pelos árabes, para mantê-lo no lugar. Foi usado por árabes, curdos, judeus izrahim e judeus do Antigo Yishuv, e associado ao movimento nacionalista árabe, desde a Revolta Árabe (1916-1918). Na segunda metade do século XX, foi associado ao movimento palestino devido à sua adoção pelo seu líder, Yasser Arafat.” A cerimonialista do evento no qual a ministra foi presenteada, descreveu o lenço, tipicamente utilizado por grupos terroristas como o Hamas, Hezbollah e Jihad Islâmica, como “um símbolo da resistência dos nossos irmãos palestinos”.

A tal resistência: como funciona

Os irmãozinhos Kfir e Ariel Bibas foram sufocados com as mãos por seus carcereiros e depois seus pequenos corpos foram mutilados com pedras, para dar a impressão que haviam morrido num bombardeio israelense.  O corpo de sua mãe fora trocado, em mais um sinal de desrespeito e banalização da vida. E não para por aí: estupros coletivos, castrações, mutilações, violações praticadas diante de familiares, inserção de armas nos genitais, “incluindo pregos, granadas e facas”. Tais abusos ocorrem com homens, mulheres e crianças. Segundo Aviva Siegel, refém libertada em novembro, “a organização terrorista Hamas escolheu atingir o Estado de Israel com duas estratégias claras: tomar cidadãos como reféns e crimes sexuais sádicos. Não podemos mais silenciar”. Enquanto o mundo se compadece por mais esse sofrimento imposto ao povo judeu,  nossa ministra e nosso presidente sorriem, trajando o tal “o símbolo da resistência”.  Personas non gratas é pouco!

Música

Uma jovem cidadã entrevistada aleatoriamente na rua respondeu que o pior estilo de música é a clássica e a melhor é o funk. Lamentável!   Quase quatro séculos antes de Cristo, Platão (423 a.C. - 348 a.C) e Aristóteles (348 a.C - 322 a.C) já se preocupavam com os efeitos da música sobre a sociedade.  Platão apostava na influência da música na alma humana, sendo esta capaz de modelar o ser humano para o bem, quando bem utilizada, ou para o mal, se usada de forma inadequada. Na sua grande obra “A República”, Platão disse: “Cuidado com a música que o governo dá às pessoas”!  E completou: “conheço um Estado pela música que os governantes dão ao povo”.  Aristóteles, por sua vez, sugeriu que a música influenciava a parte psicológica dos ouvintes, afetando suas emoções e suas características. É preciso dizer mais alguma coisa?

A melhor definição

Socialismo é aquele sistema “maravilhoso” onde o governo tira dos empresários até eles irem embora, depois tira da classe média até ela ficar pobre, e no final sobra só o povo dividindo a miséria enquanto a elite “revolucionária” vive no luxo.

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