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Preto no Branco

112 anos 

112 anos 

Quem não gostaria de chegar a esta idade, principalmente, com saúde? Não dá nem para imaginar! Porém a cada avanço na medicina e segmentos ligados à longevidade, a média de vida só vem aumentando, mas ainda é difícil passar dos 100 anos. Privilégio para poucos, como o cearense João Marinho, com 112 anos e 52 dias, segundo dados do LongeviQuest, uma plataforma que diz ser o “principal banco de dados sobre a vida e idades das pessoas mais velhas do mundo”.  Com a morte do britânico John Alfred Tinniswood, o brasileiro se tornou o homem mais velho do planeta. E acredite, ainda com lucidez, não total, aí seria querer demais - e não acamado. Quanta alegria e gratidão! 

Não é o único 

E o Brasil vem se especializando em ter pessoas acima dos 100 anos. O Nordeste vem em primeiro lugar, é o caso de João Marinho Quando, quando criança, ajudava o pai na lavoura, cuidando de gados, colhendo frutas de árvores de Juazeiro entre outros afazeres da roça. Como dizem os mais antigos: "trabalho não mata, ao contrário, fortalece o corpo e a mente".  Neste sentido, o paraibano Josino Levino Ferreira está em segundo lugar, com 111 anos e 237 dias, e também teve infância e adolescência parecidas. E ainda tem o paulistano Primo Olivieiri está em quinto, com 110 anos e 264 dias. Será que os nascidos de 1980 para cá alcançam este feito? Muito difícil!

Longe de combater 

Como o Agora trouxe na edição desta terça-feira, os casos de violência contra a mulher continuam sendo "uma praga difícil de combater". Para se ter uma ideia da gravidade, de janeiro a outubro deste ano, Minas Gerais registrou 335 tentativas de assassinatos, dos quais 118 foram consumados. Um deles, em Divinópolis. Na segunda-feira, 25, Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher, foi lembrado mundo afora,  ms ganhou destaque no Brasil, onde a cada seis horas é registrado um assassinato de mulher. No mesmo dia, audiência pública da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG),  debateu o assunto e uma das sugestões apontadas por todos é de que os homens, os principais agressores, também precisam participar das ações de enfrentamento. É o ideal, em especial, os machistas que se acham donos delas. No entanto, são tão egoístas e donos de si, que jamais aceitariam entrar nesse combate. 

Rigor na fiscalização 

Como dizem muitos trabalhadores que pingam inúmeras gotas de suor para levar comida à mesa: "está difícil trabalhar de forma honesta no Brasil, quiçá, em Minas". Que o digam os fabricantes de queijo. O rigor na fiscalização sanitária e na exigência do cumprimento de regras requisitadas pelos órgãos fiscalizadores torna difícil legalizar toda a produção do queijo artesanal na região produtora do famoso Canastra. Essa foi a reclamação trazida na reunião da Comissão de Agropecuária e Agroindústria, nesta segunda-feira, 25, em São Roque de Minas, Centro-Oeste, um dos oito municípios onde se produz o legítimo queijo Canastra. Dezenas de convidados participaram da audiência pública da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), solicitada pelo presidente da comissão, deputado Raul Belém (Cidadania). Foi debatido a produção e o desenvolvimento da cadeia produtiva dos queijos artesanais a as dificuldades enfrentadas pelos produtores vindas dos órgãos fiscalizadores do Estado. E se fosse só queijo, dava-se um desconto. Pergunte as empresas do comércio de peixe. Tanto quem fornece, quanto quem revende. Um abuso na busca desenfreada pelo dinheiro das multas. Alguém tem que pagar os altos salários dos políticos e o 13° dos servidores!

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